quinta-feira, 19 de março de 2009
se joga, pintosa: põe rosa.
Comentário aleatório: PAPÔNIA e ESTRUMBÊNIA poderiam ser nomes de países de verdade, já que até KOSOVO é um país real hoje em dia.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
filosofia de rua
- Eu não seria amiga de um "preto";
- Quem é homossexual tem um parafuso a menos e nenhuma estrutura familiar;
- Eu tenho medo quando lésbicas me abraçam;
- Eu não chamaria um casal gay para minha casa se tivesse um filho;
- Eu tenho vergonha de andar com gente feia.
Todas essas afirmações foram feitas em uma única noite por uma pessoa próxima de mim. Tanto quanto chocantes, essas afirmações também me fizeram pensar muito nas pessoas que me cercam. Mas se eu cortasse da minha vida as pessoas que considero de pensamentos diferentes, penso que acabaria sozinha no mundo. Aliás, o mundo é um lugar sem sentido. As concepções que as pessoas têm também não têm sentido. Por que ser diferente é ser inferior em tantos casos? Nada faz sentido.
Eu poderia enumerar muitos argumentos que contestam essas frases, mas é tudo tão fodido que, sinceramente, eu não acredito que isso fosse fazer diferença. Também não sei se eu é que sou absurdamente estranha em achar um absurdo essas ideias. O fato é que, por mim, cada um andaria e seria como quisesse...uma coisa meio que de ANARQUISMO. Quer ser gay? Seja. Quer andar pelado? Ande. Quer dar a bunda? Dê. Não interferindo na minha sobrevivência, tá bom.
Sabe que o engraçado disso tudo, é que a pessoa de cujas afirmações acima são, já foi alvo de preconceito. E talvez ela nem saiba disso. "So while you point your finger, someone else is judging you", já dizia Bob Marley.
Enfim, vamos continuar assistindo novelas da rede Globo e fingindo que preconceito é história antiga.
E pra mim chega de filosofia por hoje. Os inteligentes que pensem nisso e deem solução.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
vovó capeta
Cleonice, velha e professora aposentada
domingo, 8 de fevereiro de 2009
we are the champions, my friend
Porque lâmpaDA.
Tu sabe como é bigode em inglês?
BE GOD.
E foi assim que eu fui a grande vencedora do 1º Concurso Nacional de Trocadilhos e Artesanato (?) do Brasil... no meu sonho da noite passada.
sábado, 10 de janeiro de 2009
caros amigos da rede globo...
Eu poderia desejar feliz natal atrasado a todos os queridos amigos, mas eu não acredito em Jesus (exceto por aquele Jesus mendigo da Nilo, nele eu creio) . Eu poderia desejar um feliz ano novo atrasado a todos os queridos amigos, mas eu não tô afim. Como toda pessoa estranha do mundo, eu não gosto dessas datas. Não, minto. Gosto sim de estar com a minha família, e do fato de que o maior esforço que eu preciso fazer é levar minha mão até a bunda e coçá-la. Também confesso que gosto de ganhar presentes e ver fogos de artifício magicamente coloridos, mas não sei se isso compensa os malefícios dessas ocasiões, tais como:
Crianças possuídas (priminhos no meu caso) correndo e berrando porque são egoístas e não dividem brinquedos - isso sem contar quando eles resolvem testar os bonequinhos na cabeça dos mais velhos indefesos como eu - , shoppings/lojas/comércios em geral lotados, gente louca e/ou feia (não que eu me ache bonita, mas putamerda, tem gente que pediu pra ser feio e entrou na fila 4 vezes) e/ou porca invadindo o litoral em massa -onde pelo menos uma das datas eu passo invariavelmente todo ano-, viagens de carro que levam geralmente uma hora e meia , mas que nessa época levam - com sorte - 5 horas e, diga-se de passagem, no meu caso, o sofrimento ainda é maior, uma vez que DEUS me presenteou com uma bexiga de uma velha doente, e eu sinto que preciso mijar de 3 em 3 minutos quando estou dentro de um carro, entre outros infinitos fatos tristes que eu poderia passar uma tarde enumerando. Mas enfim, não adianta eu não gostar, afinal isso nunca vai mudar.
Aposto que se ALGUM DIA alguém ler isso vai pensar que eu estou AMUADA. TÁ CERTO, talvez seja verdade, mas os grandes culpados por isso são os antepassados carnívoros que precisavam de dentes como os SISOS que me foram passados hereditariamente. Sim, eu tive que retirá-los, pois os filhosdumaputa ao invés de nascerem RETOS, acharam engraçado nascer de lado, forçando-me a extrai-los e sentir dor, consequentemente gerando mau humor. Fim.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
pessoas queimam tanto a cara alheia quanto fogões
Mas que seja, toda essa história era só pra falar que eu sou ruim em metáforas.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
vermes pelo c*
Uma das minhas memórias idiotas é essa: estava eu conversando com uma amiguinha na quarta ou quinta série (que já não é mais minha amiga, mas não vou citar nomes pra não comprometer a reputação dela...tá, na verdade é mais pra não ser processada caso algum dia ela venha a ler isso, então vou chamá-la de "Sra. X") e o tema era "SENSAÇÕES LEGAIS". Eu lembro de ter falado que gostava da sensação de afundar a mão em sacos de grãos como arroz ou feijão, entre outras coisas possivelmente consideradas normais. Foi quando a Sra. X confessou:
-Sabe uma sensação que eu gosto muito? Mas tipo muito, MUITO mesmo.
-Não, -respondi- qual é?
-A de PUXAR CABELINHOS QUE ENTRAM DENTRO DA BUNDA! Dá um arrepio muito bom. Vai dizer que tu também não curte?!
-...Hã?...não...
Eu nem lembro de muitas coisas da minha amizade com essa guria, só coisas desse tipo...assim como quando a empregada dela me perguntou se eu usava PAPEL HIGIÊNICO INTEGRAL (?) porque eu falei que gostava de coisas integrais...e isso não fez nenhum sentido.
Mas voltando ao assunto, essa memória inútil é extremamente nítida pra mim. Não, eu não gosto de puxar coisas que entram na minha bunda. Não é uma sensação agradável. Até porque isso me lembra de um dos novos medos que eu adicionei à lista que eu tenho: entrada de vermes pelo cu (tá bem, me desculpe...leia-se "orifício anal") em açudes contaminados. Eu realmente tenho medo disso. Será que a Sra. X ia gostar de puxar eles pra fora do bumbum também? Será que mulheres que usam calcinha fio-dental apreciam a mesma sensação que ela? Muitas indagações me intrigam, muitas.